CNB/RJ participou do "Debates Notariais" sobre a Normativa Mínima do CNJ

Na última quinta-feira, 10 de maio, ocorreu a 5ª edição do projeto "Debates Notariais" promovido pela Academia Notarial Brasileira (ANB) no auditório do 1° Tabelião de Notas e Protesto de Barueri (SP) e com transmissão ao vivo pelo Facebook. 
Participaram do debate sobre o Esboço da Normativa Mínima Notarial do Conselho Nacional da Justiça (CNJ) o Exmo. senhor desembargador do TJ/SP, Dr. Ricardo Henry Marques Dip; o presidente da Academia Notarial Brasileira (ANB), Dr. Ubiratan Guimarães; o presidente do Colégio Notarial Brasileiro - seção Rio de Janeiro (CNB/RJ), Dr. J Renato Vilarnovo; e a 22ª tabeliã de Notas de São Paulo, Dra. Ana Paula Frontini.

O debate expôs detalhadamente o item 41 da Normativa Mínima Notarial, que fala sobre a lavratura e os atos notariais, e as novas normas de serviço da Normativa Mínima, que citam as regras sobre as lavraturas de escrituras fora do cartório, além dos procedimentos antecedentes às lavraturas dos atos. 
De acordo com o grande estudioso e jurista, que pratica a ciência notarial e registral no Brasil, o Exmo. senhor desembargador Dip, ao notar o papel jurídico do notário para além de um simples escriba, torna-se fundamental o papel antecipatório das lavraturas, principalmente para a compreensão dos fatos e da vontade do cliente. "Saber exatamente o conteúdo do documento, é tão ou mais fundamental do que a própria elaboração", reforçou.

Para o tabelião José Renato Vilarnovo, a atualização está no cerne da atividade notarial. "Hoje, precisamos resgatar a essência do notariado, principalmente em épocas que somos levados constantemente à euforia do mundo digital e aos avanços tecnológicos. A comunidade tem uma confiança no notário, por isso a questão da atualização, acaba refletindo no nosso tempo" conclui.